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O ECONOMISTA E O VOLUNTARIADO

Adriano Kozoroski Reis - Técnico do Tesouro do Estado-SEFAZ-RS

30/08/2010

 

 

O economista

e o voluntariado

 

*Adriano Kozoroski Reis

 

Segundo Aurélio define voluntário é "a qualidade do que é feito por vontade ou iniciativa própria, espontânea". O termo abrange uma extensão bem maior que a própria definição. A importância da prática do voluntariado engloba um conjunto de ações individuais que visam à inclusão de segmentos sociais no processo de valorização à dignidade da pessoa humana, condição indispensável ao exercício da cidadania. Em poucas palavras, é a ação planejada, de caráter espontâneo, individual ou coletiva, que fortalece as estruturas básicas para um desenvolvimento equânime de toda a sociedade.

A ação voluntária pode ser direcionada a segmentos da sociedade considerados como excluídos ou ainda para preencher possíveis lacunas onde decorre a necessidade do trabalho com fins específicos. No primeiro caso o ato voluntário, normalmente efetuado através de organizações não governamentais ou participação de organizações privadas que mobilizam e conclamam a sociedade à participação de campanhas de caráter solidário. No segundo caso, as ações são desenvolvidas por atos individuais que preenchem espaços onde há necessidade de ação específica desenvolvida por profissionais com a devida capacitação e habilitação.

Tanto em um segmento quanto noutro há o envolvimento de vários profissionais. O Economista tem a oportunidade de desenvolver o trabalho voluntário por se enquadrar no ramo das ciências humanas, mas com bons conhecimentos das ciências exatas. Sua habilitação permite o conhecimento sociológico, filosófico, qualitativo e quantitativo das necessidades da sociedade, pois tem o dever de planejar a administração dos recursos que envolvem os fatores de produção, visando o equilíbrio, em que, na maioria das vezes, são escassos ou em abundância.

Segmento importante à ação voluntária consiste na relação Tributária e o Controle Social, tendo como foco a ação estatal ou governamental e seus reflexos na sociedade. Desta relação envolve a cobrança de tributos e as formas de planejamento do gasto público. Tem-se nesta a Disseminação da Educação Fiscal, um importante programa com abrangência nacional que visa esclarecimentos sobre questões tributárias e orçamentárias, os mecanismos de transparência, o controle dos gastos públicos e a importância à participação da sociedade.

Desde 2007, atuo no Programa Nacional de Educação Fiscal, promovendo palestras para alunos do ensino médio de escolas públicas e demais segmentos da sociedade tal como a Câmara de Vereadores de Frederico Westphalen.

Em fim, bem vindo aos economistas que se dedicam ao trabalho voluntário, promovendo a solidariedade cujas ações são necessárias ao desenvolvimento da sociedade e conseqüentemente do país, além de promover a classe exaltando a importância e relevância da profissão.

 

*Técnico do Tesouro do Estado – SEFAZ/RS

 

*Obs.: As opiniões acima são de responsabilidade do autor.

 

Fonte: COREGON-RS - Conselho Regional de Economia

          Dias 6,7, e 8 de agosto de 2010.


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